segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Não pode deixar de registrar aqui o aniversário dessa coisa linda uma das coisas mais lindas que Deus pode colocar na minha vida!


Hoje é o seu aniversário, espero que você tenha um dia cheio de alegrias, grandes surpresas e ganhe muitos presentes.

Hoje, neste dia especial que comemoramos o seu nascimento, espero que você esteja bastante feliz na companhia de seus amigos e de sua família.

Concerteza existem várias pessoas que gostam muito de você, e eu sou uma delas.

Hoje você vai ter a sua volta, muito amor e carinho de todas as pessoas que lhe amam.

Peço a Deus neste seu dia tão especial, que ele lhe abençoe e proteja por todos os dias de sua vida, e lhe dê muita saúde também.

Que você seja sempre alegre e sorridente, pois é assim que eu gosto de lhe ver.

Que neste seu novo ano de vida você possa ter muito mais alegrias e realize tudo o que você deseja, desde cedo aprendemos que uma das melhores satisfações que podemos ter é ver nossos sonhos realizados.

Que neste seu dia de festa, você possa se divertir muito, um beijo carinhoso nesse seu rostinho de anjo. obg minha princesa por você existir te amo do fundo da minha alma,

Feliz Aniversário! amamos demais vc minha princesa!! Maria Amanda Xavier minha boneca!!! te amoooooooooooo!!

domingo, 1 de novembro de 2009

HINO a FREI GALVÃO

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Beato da Fé

Os sinos soam chamando teu povo amado
Para um louvor de amor, procissão de esperança
Ao bandeirante da fé, santo iluminado
Filho querido, luz da "Terra das Garças Brancas"

Em cada olhar um clamor, um pedido de graça
Ou uma prece apenas para agradecer
A multidão canta alto teu nome na praça
Pois não há força maior para aquele que crê

Frei Galvão, intercede por nós
Bom irmão, cantamos por ti
Frei Galvão, teu dom foi viver em verdade

Frei Galvão, mensageiro da luz
Um cristão que o exemplo traduz
Frei Galvão, beato da fé e bondade

Em meio a essa gente está o pagador de promessas
Aquela mãe com o filho saudável no ventre
É um verdadeiro milagre em forma de prece
Que esse homem Santo inspira em toda essa gente

Santo amigo intercede por nós junto ao Pai
Nós acreditamos na força de tua oração
Pois somos fiéis na verdade que teu nome atrai
Luz no caminho que guia nossos corações.

Relíquias de Frei Galvão

(encontradas na Casa de Frei Galvão em Guaratinguetá-SP)

Diversas relíquias podem ser encontradas na casa de Frei Galvão, em Guaratinguetá.
Veja algumas:

O prato

Prato que pertenceu a Frei Galvão

Doado ao Museu Frei Galvão em 1988, pelo Comendador Francisco de Oliveira Filho, de Boituva.
A identificação da peça traz a seguinte informação: "Este prato foi retirado do serviço do Convento da Luz por Frei Galvão. Passou a pertencer ao Cônego Augusto Cavalheiro, depois ao Dr. Pedro de Toledo que foi Governador de São Paulo, no período da Revolução de 1932 e posteriormente a este doador".
No Mosteiro da Luz, em São Paulo, há uma caneca da mesma louça, que foi também de uso de Frei Galvão.

O Cordão franciscano de Frei Galvão

Cordão franciscano

Usado na cintura das senhoras prestes a dar a luz, e doado ao Museu Frei Galvão por antiga parteira. Tem a seguinte origem:
"Uma sobrinha de Frei Galvão, que se achava grávida e com risco de vida, teve a inspiração de colocar em volta de seu corpo, como remédio, o cinto franciscano de Frei Galvão.
Sem revelar o seu desejo, começou a tecer em segredo um cordão, para trocá-lo com o de seu tio frade. Chegando de surpresa a Guaratinguetá, Frei Galvão apareceu na casa da sobrinha. Trocando com ela o seu cinto, lhe disse:
"Guarda este cordão, que servirá para salvar muitas mães, nas aperturas do parto..." O estado em que se encontrava este cordão atesta o seu uso constante. Chegou a ser substituído por outro, que também já está muito usado e hoje também pertence ao acervo do Museu Frei Galvão.

A Relíquia ou "Bentinho"

Acompanha o cordão franciscano. Era colocada sob o travesseiro da parturiente ou do doente em estado grave. Em seu interior estão Pílulas de Frei Galvão, terra de Jerusalém e oração do Santo Sepulcro, além de uma prece a Nossa Senhora do Bom Parto. Ainda hoje o Museu Frei Galvão recebe pedidos de empréstimo dessa relíquia e do cordão - testemunhas de tantas dores e alegrias...

Pílulas de Frei Galvão

Pílulas de Frei Galvão

Criadas pelo frade e preparadas conforme seu ensinamento, para serem usadas por pessoas de fé, como remédio para os males do corpo e da alma.
O seu uso durante a gravidez e o parto demonstrou a preocupação do Frei com senhoras prestes a dar a luz, levando-o a ser considerado como o "patrono das parturientes".
A Pílula é considerada pela Igreja Católica como sacramental. Nela vem escrita uma jaculatória em latim, dedicada a Nossa Senhora da Imaculada Conceição: "Post Partum Virgo Inviolata Permansisti: Dei Genitrix intercede pro nobis" ou seja: "Depois do parto, ó Virgem, permaneceste intacta: Mãe de Deus, intercede por nós".

Fragmento de osso e do hábito de Frei Galvão

Fragmento do osso e do hábito de Frei Galvão

Retirado durante sua exumação, no Mosteiro da Luz em São Paulo. Possui documento de autenticidade, em latim, assinado por Irmã Célia Cadorin, Postuladora da Beatificação de Frei Galvão.
Sobre essa batina, narram as crônicas do Mosteiro da Luz que "quando Frei Galvão faleceu em 23 de dezembro de 1822, a fama de sua santidade já se havia espalhado por todo o Brasil. O povo que compareceu em massa ao velório, desejoso de guardar uma relíquia sua, foi cortando pedacinhos de seu hábito, que ficou reduzido até os seus joelhos. omo ele possuísse somente aquela batina e, era alto, vestiram-lhe o hábito de outro frade, que ficou igualmente muito curto". Desse modo, foi Frei Galvão sepultado à frente da Igreja da Luz, por ele edificada. Esta relíquia também tem sua autenticação assinada por Irmã Célia Cadorin.

Terra, madeira e fragmentos do caixão de Frei Galvão

Terra e fragmentos do caixão de Frei Galvão

Retirados durante sua exumação, no início do processo de beatificação, como prova de sua existência e sepultamento naquele local.

Medalhas

Com a terra de seu sepulcro, foram preparadas para relíquia pelas Irmãs do Mosteiro da Luz.

Tecido

Tecido de Frei Galvão

Tecido que envolveu os ossos de Frei Galvão,após sua exumação e hoje transformado em relíquias.

Pedras devocionais da primeira lápide do túmulo de Frei Galvão

Lápide do túmulo

Essas pedras tiveram a mesma origem e destino da batina de Frei Galvão. Foram pouco a pouco, levadas pelos devotos, aos pedacinhos. Eram colocadas em copos com água, para uso dos enfermos. São atualmente raríssimas.

Madeira da casa de Frei Galvão

Doada por moradora da casa, da família de Lourenço Pires Barbosa que aí viveu por vários anos. Era costume antigo na cidade retirar e guardar, como relíquias, lascas das portas da casa de Frei Galvão.

Flores da Beatificação

Flores da Beatificação

Estiveram no altar da missa solene em que o Papa João Paulo II beatificou Frei Galvão no Vaticano, em Roma, na manhã de 25 de outubro de 1998.

Cruz

Junto da vitrine, na parede. Composta por tijolos da demolição da antiga capela do município, dedicada a Nossa Senhora Sant´Ana - padroeira de Frei Galvão.
A marca dos tijolos é uma cruz em relevo, idenfificando a sua procedência religiosa.

Mobília

Mobília de Frei Galvão

Composta de sofá, cadeira, poltronas e dois aparadores, do século XIX.
Pertenceu a Maria Francisca Galvão de França Alves, sobrinha de Frei Galvão. Doada ao Museu Frei Galvão pelo Orfanato Puríssimo Coração de Maria em 1972, quando da fundação do Museu.

Oratório de parede

Frei Galvão e as Pílulas. Óleo sobre madeira, do artista Luiz Rodrigues. 1999. As portas do oratório pertenceram ao nicho do Batistério da Catedral de Santo Antônio, onde o menino Antônio Galvão de França - futuro Frei Galvão, foi batizado em 1739.

Anjos da parede

Em madeira. Pertenceu à igreja do Rosário dos Pretos de Guaratinguetá, erguida no século XVIII, na época de Frei Galvão.

Anjos tocheiros

Anjos tocheiros

em gesso, do século XX. Pertenceu à igreja do Convento franciscano de Nossa Senhora das Graças de Guaratinguetá, em 1939.

Autos da Beatificação e Canonização de Frei Galvão

Reprodução dos volumes I e II, sob o título "Canonizationis Servi Dei Fr. Antonií Sancta Anna Galvão. O.F.M. Disc. Fundatoris Monasterií Sororum Conceptionistarum (Recolhimento da Luz) Positio Super Vita, Virtutibus et Fama Sanctitatis - Biografia Documentada. Romae. 1993".
Pertenceu a Maria Francisca Galvão de França Alves, sobrinha de Frei Galvão. Doada ao Museu Frei Galvão pelo Orfanato Puríssimo Coração de Maria em 1972, quando da fundação do Museu.

Casa de Frei Galvão

Desenho a bico-de-pena, de Tom Maia, com a seguinte legenda:
Monumento histórico e religioso de Guaratinguetá, a Casa de Frei Galvão é marco único no país, como local do nascimento do primeiro brasileiro que recebeu a glória dos altares, nos quinhentos anos da história do Brasil.

Mosteiro da Luz

Desenho a bico-de-pena, de Tom Maia, com a seguinte legenda:
Mosteiro da Luz, fundado e onstruído por Frei Galvão em São Paulo, para as religiosas concepcionistas, é hoje declarado pela UNESCO - Patrimônio Cultural da Humanidade.

Frei Galvão

Estampa comemorativa de sua Beatificação. Reprodução da primeira tela a óleo do Beato, datada do século XIX e de artista anônimo. Pertence ao Convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro.
Pertenceu a Maria Francisca Galvão de França Alves, sobrinha de Frei Galvão. Doada ao Museu Frei Galvão pelo Orfanato Puríssimo Coração de Maria em 1972, quando da fundação do Museu.

Mesa de Frei Galvão

Mesa que serviu de púlpito

Em madeira, com uma gaveta. O documento de sua doação, manuscrito, tem o seguinte texto:
"Esta mesa serviu de púlpito para Frei Galvão nas célebres missões pregadas nos sítios e nas ruas de São Luiz do Paraitinga. Frei Galvão havia deixado o sinal de seus pés, bem visível, nesta mesa, mas o tempo apagou. A Paróquia de São Luiz oferece com muito carinho a 'mesa de Frei Galvão' ao Museu em Guaratinguetá".
O documento é assinado por Monsenhor Tarcísio de Castro Moura, Pároco de são Luiz e datado de 4 de outubro de 1989. A importância dessa mesa, usada nas missões de 1811, é tanta que ela é registrada em várias publicações do século XIX.

Frei Galvão

Imagem em gesso, de autoria de Cícero D'Avila. Procedente do Mosteiro da Luz, é igual a existente na Catedral de Santo Antônio, porém pequena. Serviu de modelo para a grande estátua de Frei Galvão, de 8 metros de altura, obra de Conteu Carmelini.

Frei Galvão

Imagem primitiva em madeira, de autoria de Pedro Alberto Faria. Feita por promessa. Doada ao Museu Frei Galvão por Luiz Henrique Teberga Galvão, em 1998, para a exposição comemorativa da Beatificação de Frei Galvão, no Museu Frei Galvão.

Coleção de Fatos e Milagres de Frei Galvão

Coleção de telas de Frei Galvão

Com telas, legendas explicativas e os seguintes títulos: A Caridade (Frei Galvão menino); O milagre de Potunduva (bilocação de Frei Galvão); Frei Galvão - arquiteto e operário (construção do Mosteiro da Luz); O dom da ubiquidade; O dom da levitação; O cordão (exposto entre as relíquias); A tempestade (fato ocorrido no largo da Matriz em Guaratinguetá e em Roma, na beatificação); O frango do diabo (fato da tradição popular); O milagre de Daniela (milagre escolhido para a beatificação de Frei Galvão). As telas a óleo, são de autoria de Alex Tavares e datadas de 1999.

Bíblia Sagrada das Famílias

Bíblia Sagrada das Famílias

Com ilustrações e rica encadernação. Traz nas páginas 775 e 776 a biografia de Frei Galvão. Editada em Chapecó-SC, em homenagem à visita do Papa João Paulo II ao Brasil, em 1998.

Frei Galvão Missionário

Tela de Alex Tavares, doada ao Museu Frei Galvão, em 1998, para a exposição comemorativa de sua beatificação.

Ferragens

Ferragens da antiga Casa de Frei Galvão

Doação de fechaduras, chaves, cravos, trincos, ganchos, cadeados e dobradiças substituídas na reconstrução da Casa de Frei Galvão.

Escada de Frei Galvão

Escada da Casa de Frei Galvão

Na saída da Sala de Relíquias, com o seguinte texto: "Esta casa á anterior a 1739, ano em que nela nasceu Frei Galvão". A edificação original em taipa e pau-a-pique, foi recontruída em 1989. Neste espaço estão as pedras do piso primitivo, que Frei Galvão percorreu até se tornar franciscano. Considerado santo ainda em vida, Frei Galvão foi beatificado pelo Vaticano em 25 de outubro de 1998, com o título de "Homem da Paz e da Caridade".


Notas

Pesquisas sobre a vida e obra de Frei Galvão podem ser realizadas, de 2ª a 6ª feira no Museu frei Galvão, que possui rica bibliografia sobre o assunto. No local há uma Galeria de Arte sobre Frei Galvão, com telas assinadas por artistas locais.
Visitas à Sala de Relíquias e ao Museu Frei Galvão podem ser marcadas pelo telefone: (+55) (0xx12) 3122.3674 ou pelo telefax (+55) (0xx12) 3132.3022

Os Dons de Frei Galvão

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Por causa do imenso amor e caridade de seu Servo, Deus o agraciou com
diversos dons, dos quais jamais serviu-se em interesse próprio,ao contrário, sempre os colocou a serviço da misericórdia divina. Todos os casos narrados foram devidamente comprovados por documentos.

São eles:

Bilocação (estar em mais de um lugar ao mesmo tempo), telepatia (transmissão ou comunicação de pensamento e sensações, a distância entre duas ou mais pessoas), premonição (sensação ou advertência antecipada do que vai acontecer), clarividência (vê o que está para acontecer), levitação (erguer-se acima do solo) e telepercepção (adquirir conhecimento de fatos ocorridos a grandes distâncias).

Relatamos a seguir alguns casos. Àqueles que se interessarem por mais detalhes da vida de nosso querido “padre santo” devem procurar na Editora Santuário o livro “Frei Galvão: O frade menor que São Paulo aprisionou”, de autoria de Frei Carmelo Surian:

Bilocação
Pelo que consta, o fato ocorreu por volta de 1810, às margens do rio Tietê, no distrito de Potunduva (Airosa Galvao) municipio de Jaú, próximo à Pederneiras e Bauru. Manuel Portes, capataz de uma expedição de vinha de Cuiabá, homem de temperamento instável, castigou severamente o caboclo Apolinário por indisciplina. Ao notar o capataz distraído, o caboclo, por vingança, o atacou pelas costas com um enorme facão, e fugiu.

Sentindo que a vida abandonava-lhe o corpo, Manuel Portes, no auge de desespero pôs-se a gritar: “Meu Deus, eu morro sem confissão! Senhor Santo Antônio, pedi por mim! Dai-me confessor! Vinde, Frei Galvão, assistir-me! Eis que então alguém gritou, avisando que um frade se aproximava, e todos identificaram Frei Galvão. Assim contaram as testemunhas: “aproximou-se o querido sacerdote, afastou com um gesto dos espectadores da trágica cena, abaixou-se, sentou-se, pôs a cabeça de Portes sobre o colo e falou-lhe em voz baixa, encostando-lhe depois o ouvido aos lábios. Ficou assim alguns instantes, findo os quais abençoou o expirante. Levantou-se, então, fez um gesto de adeus e afastou-se de modo tão misterioso quanto aparecera”. Afirma-se que naquele instante Frei Galvão encontrava-se em São Paulo, pregando. Interrompeu-se, pediu uma Ave-Maria por um morimbundo e, acabada a oração, prosseguiu a pregação.

Há outros casos semelhantes, principalmente relatos de socorro de Frei Galvão aos moribundos.

Telepatia
Em uma cidade Frei Galvão era conduzido em uma cadeirinha coberta. Uma senhora, através de sua janela de rótulas (madeiras cruzadas), vê a cadeirinha, em que sabe, está o “santo frade”. E ela, sucumbida pelas amarguras da vida, soluçando, pensa consigo: “Ah, se Frei Galvão se lembrasse de mim, se ao menos me desse sua benção”. No mesmo instante Frei Galvão levanta as cortinas da cadeirinha, debruça-se para fora, em direção daquela janela, e sorridente, abençoa a senhora, atrás das rótulas. E os que presenciaram o fato, afirmaram que o franciscano não tinha a menor possibilidade de ver aquela senhora, porque era conduzido pelo lado oposto da rua.

Premonição
Em todas as vilas e cidades por onde passava, a pedido dos párocos, Frei Galvão pregava. Por vezes era tão numeroso o auditório que, não o contendo dentro da igreja, era preciso pregar ao ar livre. Em Guaratinguetá ocorreu um fato extraordinário: o sermão havia começado, quando se forma uma grande tempestade; a chuva desaba, e quando viram que ela chegava ao largo, onde se encontravam, quiseram se retirar. Frei Galvão, porém, lhes disse que fiquem pois nada sofrerão. De fato, a chuva não caiu sobre o Largo.

Outra narração impressionante:

O seguinte testemunho foi do Dr. Afonso d’Escragnole Taunay: “Um cavaleiro que passava alta madrugada por São Paulo viu Frei Galvão sentado à soleira de entrada de uma casa. Ofereceu-lhe o cavalo, propondo-se a acompanha-lo até o Recolhimento, fazendo-se ver que ele se arriscava a adoecer, imobilizado, como estava, sob tão áspera temperatura e sob garoa. Frei Galvão agradeceu a oferta, porém não aceitou, argumentando que precisava demorar-se aonde estava, tendo para tanto motivos fortes. O cavaleiro não insistiu e seguiu viagem. Dela voltando, soube do fato que impressionara muito a cidade, e fê-lo estremecer: na manhã seguinte ao encontro com Frei foi achado morto em sua própria casa, um homem rico que vivia solitário, avarento e agiota. Era exatamente o morador do prédio em cuja soleira estava “Frei Galvão”.

Clarividência
Uma menina foi levada à presença de Frei Galvão. No decorrer da conversa, perguntou à ela sobre o que desejava ser. Respondeu que queria ser freira. Frei Antonio a abençoou com carinho e profeticamente lhe confirma a vocação. De fato, aos 19 anos ela ingressa em um Convento.

Levitação
No Mosteiro da Luz há viários testemunhos sobre a capacidade de Frei Galvão tinha de levitar. Dentre eles, há o relato de uma senhora nos seguintes têrmos: caminhando em plena rua, pôde observar o Frade que se aproximava todo recolhido. Ao se cruzarem, ela exclamou, espantada: “Senhor Padre, vossemecê anda sem pisar no chão?” E o Frei sorriu, saudou e seguiu diante.

Telepercepção
Antigamente, quando os sinos badalavam fora de horário de reza, a comunidade se reunia pois sabia que algo de extraordinário acontecera. Certo dia, os sinos do Mosteiro tocaram e a população atendeu a convocação. Frei Galvão, então já bem idoso, anunciou: “Rebentou em Portugal uma revolução” (talvez a de 1820). E relatou detalhes como se estivesse assistindo a tudo pessoalmente. Semanas depois, chegaram notícias confirmando as visões de Frei Galvão.


Milagres Os fiéis e a chuva


Aconteceu em Guaratinguetá. Frei Galvão apenas iniciava seu sermão quando se formou grande tempestade. Quando viram que a tormenta desabava, muitos fiéis pensaram em se retirar. Lendo seus pensamentos, Frei Galvão lhes disse que ficassem, pois que nada sofreriam. De fato, o temporal que assolou a cidade não caiu sobre o Largo da Matriz, onde todos “puderam acabar de ouvir a prática que, como sempre, produziu grandes frutos para as almas”.

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O milagre de Potunduva

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Foi por volta de 1810. O Capataz de uma monção que vinha de Cuibabá, “abicada à noitinha em Potunduva, à margem do Tietê” (município de Jaú), Manoel Portes, que havia chicoetado um membro de sua flotilha, foi por este mortalmente apunhalado.
Sentido-se perdido, invocou por Frei Galvão, para se confessar, tendo as tripulações, atônitas, presenciado a chegada do frade àquele local deserto. Aproximandos-se do agonizante, ouviu as suas últimas palavras, absolveu-o e desapareceu de relance, deixando estarrecidos a todos. Nesse mesmo momento, Frei Galvão, que pregava numa igreja, em São Paulo, interrompera a prática, para pedir á assistência que com ele orasse pela salvação da alma de um cristão que, longe dali, estava agonizando. Uma capela memoriza esse episódio, sendo um centro de devoção a Frei Galvão.